O mito de que “ninguém quer trabalhar”

O problema não é o mercado — é a leitura rasa que os empresários têm dele.

O mito de que “ninguém quer trabalhar”

O problema não é o mercado — é a leitura rasa que os empresários têm dele.

Bom dia, Empresário/a!

Vivemos um tempo em que muitos empresários acreditam que “ninguém quer trabalhar”, “todo mundo só quer ser freelancer” ou que “é impossível contratar bem sem ser remoto”. Isso é mentira.
Existem, sim, as pessoas certas para trabalhar com você — no seu formato, no seu modelo de contratação, dentro da cultura da sua empresa.

O problema não é o mercado. É a leitura rasa que se faz dele.

💡 Panorama geral

As pessoas são diferentes.
Algumas querem liberdade total. Outras querem estabilidade. Algumas querem ser empresárias. Outras querem crescer dentro de uma empresa sólida, com líderes que ensinam e investem nelas.

Quando um empresário diz “não dá pra achar gente boa presencial”, ele está, na prática, dizendo:

“Estou buscando no lugar errado ou com a mensagem errada.”

As pessoas certas existem — só não são as mesmas que os modismos exaltam.

🔍 Em perspectiva

No marketing digital, por exemplo, criou-se o mito do gestor de tráfego pago independente.
Dizia-se que ele nunca aceitaria CLT, nunca seria exclusivo, e que só trabalharia remoto.
Mas o tempo mostrou outra realidade: muitos desses profissionais descobriram que ser autônomo significa ser empresário de si mesmo — e isso exige muito mais do que “fazer tráfego”.

Eles precisam vender, atender clientes, cobrar, lidar com inadimplência, fluxo de caixa, impostos, relatórios e insônia.
Perceberam que nem todos nasceram para esse modelo.
E o mercado está se ajustando.

⚙️ Porque isso é importante

Você, empresário, não precisa se curvar ao discurso do momento.
O trabalho remoto não é obrigação. O freelancer não é o único modelo.
Empresas sólidas ainda atraem talentos — desde que saibam comunicar propósito, cultura e futuro.

Pessoas certas procuram empresas certas.
E as melhores empresas são aquelas que investem em gente de verdade, no dia a dia, lado a lado.

💬 As entrelinhas

Na Hack, optei pelo modelo presencial.
Por quê?
Porque invisto em formação.
Acredito no aprendizado prático, na troca constante e na cultura viva que só existe quando as pessoas se veem e crescem juntas.
Os remotos? Vejo-os como prestadores de serviço.
Os presenciais? Vejo-os como construtores de futuro.

Isso não é arrogância, é estratégia.
Cultura se forma na convivência.
E quem quer crescer de verdade entende o valor disso.

🚀 Moral da história

Não aceite o discurso de que “o mercado mudou” se ele não serve ao que você acredita.
Mercados mudam o tempo todo.
Valores, raramente.

Se a sua empresa tem propósito, método e ambiente certo, as pessoas certas vão te encontrar.
E quando isso acontecer, você vai perceber: não faltavam talentos — faltava clareza.

Paulo Milreu
Empresário, fundador e CEO da Hack Growth Network

[Podcast] Posicionamento: saia da multidão e cole sua marca na cabeça do cliente

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